quando vi a capa da revista visão não consegui deixar de largar um sorriso, eu que vou ter livro de ponto, recolher as faltas dos alunos, enquanto diretor de turma, à mão e onde a flexibilidade se apresenta rígida, onde não estão equacionados momentos de articulação docente e os curriculares se ficam por "grelhas";
este um claro exemplo que há muitas escolas e múltiplas realidades escolares (e educativas) por este país fora;
que se perdem excelentes oportunidades para, localmente, se conversar, se aferirem ideias, se trocarem opiniões, se construírem ações, se partilharem experiências e práticas, de fazermos a nossa formação entre nós, sem cientistas ou outros;
por isso me revejo nas comunidades de aprendizagem (fica link institucional, mas uma rápida pesquisa disponibiliza inúmeras e essenciais referencias), porque as soluções, como os problemas, são locais e têm/devem ser identificados pelos actores locais; haja ousadia (que há muito não encontro), haja criatividade (da qual sinto falta), haja arrojo e não conformidades;
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