Sessão de "esclarecimento" sobre um decreto lei (54/2018 de 6 de julho) que é muito mais que um normativo, é um código de princípios de orientação.
Mais que o orador ou os conteúdos questiono-me sobre as estratégias, será que ainda se aprende em sessões de "evangelização"?
Porque não apoiar e valorizar a partilha local de ideias e conteúdos, de estratégias e principios?
Para quando orientações que levam em consideração os locais mais do que trazer espertos (experts) ao terreno?
Porque não promover a experts enquanto dinamizadores e orientadores da conversa, em detrimento de sessões coletivas onde as distrações são mais que muitas?

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