Deixei passar o fim de semana. Habitualmente não gosto de, nesses dias, me aproximar das máquinas.
Recupero algumas inquietações, agora sobre a escola e com a imagem de um livro recente que aborda as questões entre o povo, na sua acepção mais grega, e a tecnologia.
Em tempos em que a tecnologia nos invade qual o espaço para a escola?
Em tempos em que os laços se diluem e as famílias se reconfiguram, quais os objetivos da escola?
No contexto da escola que disciplinas, qual o papel da sala de aula, o que deve lá entrar e o que não deve sair?
Que relações estabelecer, com quem, porquê e para quê?
Em tempos em que se apela à inclusão, ao respeito pelas diferenças qual o papel da homogeneização educativa e da uniformização escolar?
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segunda-feira, 1 de outubro de 2018
terça-feira, 25 de setembro de 2018
surpresas
tenho andado em apresentações;
ao contrário de outros, considero que a apresentação é essencial, um momento dos mais importantes do ano letivo;
é neste momento que criamos expectativas, que nos damos a conhecer ao que vimos e o que somos;
algumas das imagens/ideias mais fortes são definidas neste momento;
e, reconheço, a surpresa de muitos, senão de quase todos, os alunos quando digo que venho para aprender;
votos para que eles, os alunos, tenham paciência comigo e me saibam ensinar;
ao contrário de outros, considero que a apresentação é essencial, um momento dos mais importantes do ano letivo;
é neste momento que criamos expectativas, que nos damos a conhecer ao que vimos e o que somos;
algumas das imagens/ideias mais fortes são definidas neste momento;
e, reconheço, a surpresa de muitos, senão de quase todos, os alunos quando digo que venho para aprender;
votos para que eles, os alunos, tenham paciência comigo e me saibam ensinar;
terça-feira, 18 de setembro de 2018
faltei
e sem querer faltei ao meu primeiro dia de aulas, à minha primeira semana de aulas;
tenho os afazeres prontos, guardados para começar, a sério, na próxima semana;
só para a semana irei conhecer "os meus novos fregueses" e parceiros de travessia de mais um ano;
estive em falta, estou em falta;
tenho os afazeres prontos, guardados para começar, a sério, na próxima semana;
só para a semana irei conhecer "os meus novos fregueses" e parceiros de travessia de mais um ano;
estive em falta, estou em falta;
quarta-feira, 5 de setembro de 2018
uma questão de (des)organização
uma das grandes críticas dos professores à sua profissão, passa, em quase todo o lado pela falta de tempo, pela gestão do tempo;
considero-me uma pessoa minimamente organizada;
utilizo diferentes ferramentas de apoio (evernote, google drive e seus derivados) mas, ainda assim, deixo sempre alguma coisa por fazer, pendurada;
reconheço que as micro situações e as constantes solicitações nos desviam e desconcentram, impondo ritmos e dinâmicas que, por vezes, temos dificuldades em gerir;
acresce que mudei de local de trabalho e hoje já fui à escola para reunião que não era minha e não tinha agendado reuniões onde devia estar;
começo-me a sentir em stresse
considero-me uma pessoa minimamente organizada;
utilizo diferentes ferramentas de apoio (evernote, google drive e seus derivados) mas, ainda assim, deixo sempre alguma coisa por fazer, pendurada;
reconheço que as micro situações e as constantes solicitações nos desviam e desconcentram, impondo ritmos e dinâmicas que, por vezes, temos dificuldades em gerir;
acresce que mudei de local de trabalho e hoje já fui à escola para reunião que não era minha e não tinha agendado reuniões onde devia estar;
começo-me a sentir em stresse
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
regresso à escola - back to school
ora vamos lá a mais um ano lectivo;
este ano, para mim, escola nova, algumas caras novas, outras apenas esquecidas, algo difusas de não nos encontrarmos com frequência; outras em continuidade, imagine-se, trocamos de escola ao mesmo tempo;
um espaço muito interessante, outras lógicas organizacionais, pedagógicas e diferentes dinâmicas sociais e profissionais;
vamos nele que já se faz tarde...
este ano, para mim, escola nova, algumas caras novas, outras apenas esquecidas, algo difusas de não nos encontrarmos com frequência; outras em continuidade, imagine-se, trocamos de escola ao mesmo tempo;
um espaço muito interessante, outras lógicas organizacionais, pedagógicas e diferentes dinâmicas sociais e profissionais;
vamos nele que já se faz tarde...
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
mundança
mudar implica alguns transtornos - outras dinâmicas, outras pessoas, outras lógicas, outros princípios outros interesses, etc;
mas tem sido esta mudança que me tem permitido crescer mediante o conhecer de diferentes realidades, de tudo aquilo que implica mudar;
certamente que andarei em jet lag pedagógico durante algum tempo, disso aqui darei conta;
mas tem sido esta mudança que me tem permitido crescer mediante o conhecer de diferentes realidades, de tudo aquilo que implica mudar;
certamente que andarei em jet lag pedagógico durante algum tempo, disso aqui darei conta;
longe mas muito pertinho
deixo, uma vez mais, aquela que é a minha escola, o AE de Vendas Novas;
trago e levo, desde já, saudades;
aprendi a gostar daquela terra, daquela gente;
deixo para trás a minha escola mas certo que a ela deverei regressar, como tem sido meu hábito, qual porto de abrigo seguro quer ali fica;
às companhias que por ali ficam, a saudade do futuro...
trago e levo, desde já, saudades;
aprendi a gostar daquela terra, daquela gente;
deixo para trás a minha escola mas certo que a ela deverei regressar, como tem sido meu hábito, qual porto de abrigo seguro quer ali fica;
às companhias que por ali ficam, a saudade do futuro...
nem de propósito
ontem, esperava eu pela filhota, monitora no ATL municipal, quando captei a imagem que dou conta;
mal imaginava eu que, à tarde, saberia que seria a imagem que iria ter pela frente durante o próximo ano lectivo, colocado que fui na escola Cunha Rivara;
mal imaginava eu que, à tarde, saberia que seria a imagem que iria ter pela frente durante o próximo ano lectivo, colocado que fui na escola Cunha Rivara;
terça-feira, 28 de agosto de 2018
coisa de princípio
estava para escrever que no princípio era o verbo, mas não sei se foi, não estava lá;
dou início ao meu talvez 5 blogue; pode ser exemplo do meu inconformismo como da minha inconsistência,
esta é a primeira entrada, por isso mais extensa, digo ao que venho e o que por aqui se poderá ler e encontrar; será para esta mesma entrada inicial que irei remeter as vezes que considere necessário para eventuais esclarecimentos;
costumo apresentar-me dizendo
54 anos
casado, dois filhos
professor dos ensino básico e secundário, grupo 400, história, 29 anos de serviço docente;
licenciado pela universidade de Évora, depois o caminho foi feito naquele que é agora o Instituto de Educação, pós graduação e mestrado em Ciências da Educação, área de Administração Educacional, e doutoramento em Políticas Educativas e Administração Escolar
benfiquista, socialista (não tenho vergonha), agnóstico, heterossexual e alentejano;
são estes os meus princípios de conversa; são aqueles que me condicionam o pensar e o agir;
na escola já fiz um pouco de tudo, como, certamente, a maioria dos docentes; leccionei do 7º ao 12º, cursos regulares e não regulares (currículos alternativos, vocacionais e de educação e formação),
fui vice presidente de um conselho diretivo (AE de Alandroal) e presidente de uma comissão administrativa provisória (AE de Viana do Alentejo); coordenador do departamento que integro, o de ciências sociais e humanas, colaborador regular e pontual da biblioteca da minha escola (AE de Vendas Novas);
não tenho a pretensão nem a veleidade de ensinar o que quer que seja a quem quer que seja, mas, fruto da idade e da experiência, sinto-me habilitado para partilhar ideias e práticas, emoções e sensações da escola e da sala de aula;
se tenho veleidade de alguma coisa passa por trocar e partilhar ideias sobre a escola de hoje, recheada de múltiplas interpretações e de mais ainda considerações e valorizações; todos têm uma pontinha que seja de opinião sobre a escola, como foi, como é, e, muito particularmente, como devia ser;
que sirva aos professores enquanto espaço de partilha de ideias e de prática
irão aparecer inúmeras entradas sobre a minha prática pedagógica, assente, inicialmente, há coisa de 20 anos atrás, na pedagogia diferenciada, e, mais recentemente, na metodologia de projecto, o que penso sobre ela, as minhas dificuldades e os meus constrangimentos como de alguns exemplos positivos;
como surgirão apontamentos sobre a minha leitura e a minha interpretação de políticas, sejam elas nacionais, sejam locais;
a caixa de comentários está aberta e, apesar desta rede nãos ser a mais badalada, será interessante o feedback ao qual responderei sempre aos que assumam identidade, a anónimos nem por isso...
dou início ao meu talvez 5 blogue; pode ser exemplo do meu inconformismo como da minha inconsistência,
esta é a primeira entrada, por isso mais extensa, digo ao que venho e o que por aqui se poderá ler e encontrar; será para esta mesma entrada inicial que irei remeter as vezes que considere necessário para eventuais esclarecimentos;
costumo apresentar-me dizendo
54 anos
casado, dois filhos
professor dos ensino básico e secundário, grupo 400, história, 29 anos de serviço docente;
licenciado pela universidade de Évora, depois o caminho foi feito naquele que é agora o Instituto de Educação, pós graduação e mestrado em Ciências da Educação, área de Administração Educacional, e doutoramento em Políticas Educativas e Administração Escolar
benfiquista, socialista (não tenho vergonha), agnóstico, heterossexual e alentejano;
são estes os meus princípios de conversa; são aqueles que me condicionam o pensar e o agir;
na escola já fiz um pouco de tudo, como, certamente, a maioria dos docentes; leccionei do 7º ao 12º, cursos regulares e não regulares (currículos alternativos, vocacionais e de educação e formação),
fui vice presidente de um conselho diretivo (AE de Alandroal) e presidente de uma comissão administrativa provisória (AE de Viana do Alentejo); coordenador do departamento que integro, o de ciências sociais e humanas, colaborador regular e pontual da biblioteca da minha escola (AE de Vendas Novas);
não tenho a pretensão nem a veleidade de ensinar o que quer que seja a quem quer que seja, mas, fruto da idade e da experiência, sinto-me habilitado para partilhar ideias e práticas, emoções e sensações da escola e da sala de aula;
se tenho veleidade de alguma coisa passa por trocar e partilhar ideias sobre a escola de hoje, recheada de múltiplas interpretações e de mais ainda considerações e valorizações; todos têm uma pontinha que seja de opinião sobre a escola, como foi, como é, e, muito particularmente, como devia ser;
que sirva aos professores enquanto espaço de partilha de ideias e de prática
irão aparecer inúmeras entradas sobre a minha prática pedagógica, assente, inicialmente, há coisa de 20 anos atrás, na pedagogia diferenciada, e, mais recentemente, na metodologia de projecto, o que penso sobre ela, as minhas dificuldades e os meus constrangimentos como de alguns exemplos positivos;
como surgirão apontamentos sobre a minha leitura e a minha interpretação de políticas, sejam elas nacionais, sejam locais;
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