todos, ou quase todos, os professores utilizam a avaliação na sua vertente formativa;
mas será efetivamente assim?
ou, a utilização que é feita tem uma intenção e acaba por cumprir outros objetivos?
será quea maior parte dos professores consegue efetivamente avaliar sem fazer testes?
aqui ficam cinco razões para a avaliação formativa; com a particularidade de, em inglês, se conseguir descriminar ainda melhor:
assessment for learning ou assessment of learning
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quinta-feira, 4 de outubro de 2018
quarta-feira, 3 de outubro de 2018
Início dos trabalhos
Sinto dificuldades em criar uma comunidade de aprendizagem (também reconheço que não tenho feito grandes esforços nesse sentido);
mas dei início, com alguns grupos, ao trabalho de projeto;
por enquanto ainda a título de exemplo, a criar passagens, mais ou menos suaves, entre a teoria que tenho apregoado e a prática que se irá, progressivamente, aprofundando;
dou conta da boa receptividade por parte da grande maioria dos alunos; de outros, que não recebem tão bem, dou nota da expectativa, do benefício da dúvida que é concedido;
primeiros momentos... gosto
mas dei início, com alguns grupos, ao trabalho de projeto;
por enquanto ainda a título de exemplo, a criar passagens, mais ou menos suaves, entre a teoria que tenho apregoado e a prática que se irá, progressivamente, aprofundando;
dou conta da boa receptividade por parte da grande maioria dos alunos; de outros, que não recebem tão bem, dou nota da expectativa, do benefício da dúvida que é concedido;
primeiros momentos... gosto
Comentários
sempre que início um novo ano letivo, tenho (e sinto) a preocupação de alertar os diretores de turma para eventuais comentários ou pedidos de esclarecimento que os encarregados de educação solicitem por via do metodologia de trabalho que utilizo - trabalho de projeto;
este ano, assim fiz;
foram poucos (se é que houve algum) que me deu atenção; ouviram as minhas palavras, disso não tenho dúvidas, mas não lhe terão dado a atenção que eu solicitava - reconhecida pela prática;
resultado, já nestas primeiras reuniões, em turmas onde já vou mais adiantado, surgem comentários, dúvidas e questões;
o problema não são os pais/encarregados de educação solicitarem esclarecimentos, que considero legítimos, o problema passa pelos professores que, por não terem escutado, não sabem esclarecer;
é o hábito...
este ano, assim fiz;
foram poucos (se é que houve algum) que me deu atenção; ouviram as minhas palavras, disso não tenho dúvidas, mas não lhe terão dado a atenção que eu solicitava - reconhecida pela prática;
resultado, já nestas primeiras reuniões, em turmas onde já vou mais adiantado, surgem comentários, dúvidas e questões;
o problema não são os pais/encarregados de educação solicitarem esclarecimentos, que considero legítimos, o problema passa pelos professores que, por não terem escutado, não sabem esclarecer;
é o hábito...
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
crenças
depois da formação/palestra sobre a educação inclusiva ouvir um colega perguntar/afirmar/observar que "ainda há gente que acredita nestas coisas", estas coisas são a diversificação de estratégias, a flexibilidade curricular, a inclusão de todos, leva-me a questionar, afinal, a educação é uma questão de crenças?
será??!!
será??!!
criatividade
uma das dificuldades que professores e alunos sentem quando se trabalha com a metodologia de projecto, passa pela criatividade;
aos alunos porque, na generalidade não são criativos, conhecem pouco, são limitados no que conhecem e, muitas vezes, avessos ao diferente;
os professores porque a imaginação também tem límites;
aqui ficam um conjunto de sítios com excelentes ideias;
aos alunos porque, na generalidade não são criativos, conhecem pouco, são limitados no que conhecem e, muitas vezes, avessos ao diferente;
os professores porque a imaginação também tem límites;
aqui ficam um conjunto de sítios com excelentes ideias;
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
envolvimento e implicação
um dos grandes desafios da escola no presente passa por envolver e implicar o aluno no trabalho escolar;
começo pela questão, se a escola é sobre o futuro de cada um e de todos, se há conteúdos deveras interessantes e pais preocupados, se há cada vez mais diversidade de estratégias e de metodologias de trabalho em sala de aula, porque é que os alunos não se envolvem na escola? Porque é que tudo, para o aluno, é, na generalidade dos casos, uma seca?
Esta foi uma das razões que me levou a optar por trabalhar com base na metodologia de projeto;
mas, como não há soluções, há que diversificar estratégias;
aqui ficam umas quantas, para o princípio e para o final da aula; sabendo-se sempre que certamente variação de acordo com todas as variáveis existentes, mas há que experimentar...
começo pela questão, se a escola é sobre o futuro de cada um e de todos, se há conteúdos deveras interessantes e pais preocupados, se há cada vez mais diversidade de estratégias e de metodologias de trabalho em sala de aula, porque é que os alunos não se envolvem na escola? Porque é que tudo, para o aluno, é, na generalidade dos casos, uma seca?
Esta foi uma das razões que me levou a optar por trabalhar com base na metodologia de projeto;
mas, como não há soluções, há que diversificar estratégias;
aqui ficam umas quantas, para o princípio e para o final da aula; sabendo-se sempre que certamente variação de acordo com todas as variáveis existentes, mas há que experimentar...
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
coisa simples
alguém, daqueles que por aqui passam, trabalha com base na metodologia de projeto (vulgo PBL)?se sim querem deixar o vosso feedback na caixa de comentários? partilhar ideias e propostas (ao nível do 3º ciclo estou disponível no corrente ano lectivo);
se não o porquê de ainda não terem enveredado por esta opção?
domingo, 9 de setembro de 2018
questão de orientação - driving question
o trabalho com base na metodologia de projeto tem três momentos ou elementos críticos:
a questão de orientação - (ver) que não deve ser simplista, de forma a que o aluno identifique rápida e facilmente uma resposta, nem complexa em excesso, que conduza à desmotivação e ao abandono do trabalho; a questão de orientação deve estimular a curiosidade, espicaçar apetites, mas,de igual modo, orientar no trabalho, propor e orientar para uma organização;
a organização que inclui as tarefas, o plano de trabalho, o calendário e a estrutura de produção (ver) - muito a cargo do aluno e onde, na generalidade, os comentários vão no sentido da falta de hábitos de trabalho ou na ausência de autonomia (entenda-se, na generalidade, iniciativa, capacidade empreendedora); organização que permita identificar e distribuir tarefas entre os diferentes elementos do grupo, planificar, mediante calendarização e rotinas, o que haja para fazer; nesta fase o trabalho do professor é essencial enquanto mediador e orientador (ou tutor), mas deverá acautelar a pressa, deixar espaço a que os alunos debatam, ultrapassem problemas e identifiquem eventuais possibilidades;
a apresentação e avaliação (ver) onde nos deparamos com o que correu menos bem para trás, questão de orientação indefinida ou clara, organização estruturada ou, pelo contrário, desadequada bem como o modo de mobilização dos conteúdos e como eles se apresentam; finalmente e que inclui esta fase, a avaliação - pelos pares, pela assistência, pelos elementos envolvidos no projeto;
pessoalmente debato-me na forma como levar esta proposta de trabalho docentes que nunca trabalharam em metodologia de projeto; mas uma coisa de cada vez;
a questão de orientação - (ver) que não deve ser simplista, de forma a que o aluno identifique rápida e facilmente uma resposta, nem complexa em excesso, que conduza à desmotivação e ao abandono do trabalho; a questão de orientação deve estimular a curiosidade, espicaçar apetites, mas,de igual modo, orientar no trabalho, propor e orientar para uma organização;
a organização que inclui as tarefas, o plano de trabalho, o calendário e a estrutura de produção (ver) - muito a cargo do aluno e onde, na generalidade, os comentários vão no sentido da falta de hábitos de trabalho ou na ausência de autonomia (entenda-se, na generalidade, iniciativa, capacidade empreendedora); organização que permita identificar e distribuir tarefas entre os diferentes elementos do grupo, planificar, mediante calendarização e rotinas, o que haja para fazer; nesta fase o trabalho do professor é essencial enquanto mediador e orientador (ou tutor), mas deverá acautelar a pressa, deixar espaço a que os alunos debatam, ultrapassem problemas e identifiquem eventuais possibilidades;
a apresentação e avaliação (ver) onde nos deparamos com o que correu menos bem para trás, questão de orientação indefinida ou clara, organização estruturada ou, pelo contrário, desadequada bem como o modo de mobilização dos conteúdos e como eles se apresentam; finalmente e que inclui esta fase, a avaliação - pelos pares, pela assistência, pelos elementos envolvidos no projeto;
pessoalmente debato-me na forma como levar esta proposta de trabalho docentes que nunca trabalharam em metodologia de projeto; mas uma coisa de cada vez;
terça-feira, 28 de agosto de 2018
outro dos princípios
Koisas da escola, ao qual acrescentei um x na barra de endereço, porque, cá por casa à falta de melhor é o termo coisas que surge por tudo e por nada - dá-me aí essa coisa, olha a coisa, a coisa que aconteceu...
vai daí e a minha organização está feita tendo por base essa mesma palavra, coisas;
assim surgem coisas minhas, coisas da educação, coisas da escola, coisa de casa, and so on
há muito que queria esta designação, não estava disponível e surgiu, então, o coisas das aulas, alternativa que, na altura, me pareceu adequada,
no regresso refiz a designação e acrescentei-lhe este x de modo a ficar e a utilizar aquela que é a designação da qual mais gosto, coisas da escola;
como substituí o c pelo k para dar uma ideia de alguma juvenialidade - ideia...
vai daí e a minha organização está feita tendo por base essa mesma palavra, coisas;
assim surgem coisas minhas, coisas da educação, coisas da escola, coisa de casa, and so on
há muito que queria esta designação, não estava disponível e surgiu, então, o coisas das aulas, alternativa que, na altura, me pareceu adequada,
no regresso refiz a designação e acrescentei-lhe este x de modo a ficar e a utilizar aquela que é a designação da qual mais gosto, coisas da escola;
como substituí o c pelo k para dar uma ideia de alguma juvenialidade - ideia...
coisa de princípio
estava para escrever que no princípio era o verbo, mas não sei se foi, não estava lá;
dou início ao meu talvez 5 blogue; pode ser exemplo do meu inconformismo como da minha inconsistência,
esta é a primeira entrada, por isso mais extensa, digo ao que venho e o que por aqui se poderá ler e encontrar; será para esta mesma entrada inicial que irei remeter as vezes que considere necessário para eventuais esclarecimentos;
costumo apresentar-me dizendo
54 anos
casado, dois filhos
professor dos ensino básico e secundário, grupo 400, história, 29 anos de serviço docente;
licenciado pela universidade de Évora, depois o caminho foi feito naquele que é agora o Instituto de Educação, pós graduação e mestrado em Ciências da Educação, área de Administração Educacional, e doutoramento em Políticas Educativas e Administração Escolar
benfiquista, socialista (não tenho vergonha), agnóstico, heterossexual e alentejano;
são estes os meus princípios de conversa; são aqueles que me condicionam o pensar e o agir;
na escola já fiz um pouco de tudo, como, certamente, a maioria dos docentes; leccionei do 7º ao 12º, cursos regulares e não regulares (currículos alternativos, vocacionais e de educação e formação),
fui vice presidente de um conselho diretivo (AE de Alandroal) e presidente de uma comissão administrativa provisória (AE de Viana do Alentejo); coordenador do departamento que integro, o de ciências sociais e humanas, colaborador regular e pontual da biblioteca da minha escola (AE de Vendas Novas);
não tenho a pretensão nem a veleidade de ensinar o que quer que seja a quem quer que seja, mas, fruto da idade e da experiência, sinto-me habilitado para partilhar ideias e práticas, emoções e sensações da escola e da sala de aula;
se tenho veleidade de alguma coisa passa por trocar e partilhar ideias sobre a escola de hoje, recheada de múltiplas interpretações e de mais ainda considerações e valorizações; todos têm uma pontinha que seja de opinião sobre a escola, como foi, como é, e, muito particularmente, como devia ser;
que sirva aos professores enquanto espaço de partilha de ideias e de prática
irão aparecer inúmeras entradas sobre a minha prática pedagógica, assente, inicialmente, há coisa de 20 anos atrás, na pedagogia diferenciada, e, mais recentemente, na metodologia de projecto, o que penso sobre ela, as minhas dificuldades e os meus constrangimentos como de alguns exemplos positivos;
como surgirão apontamentos sobre a minha leitura e a minha interpretação de políticas, sejam elas nacionais, sejam locais;
a caixa de comentários está aberta e, apesar desta rede nãos ser a mais badalada, será interessante o feedback ao qual responderei sempre aos que assumam identidade, a anónimos nem por isso...
dou início ao meu talvez 5 blogue; pode ser exemplo do meu inconformismo como da minha inconsistência,
esta é a primeira entrada, por isso mais extensa, digo ao que venho e o que por aqui se poderá ler e encontrar; será para esta mesma entrada inicial que irei remeter as vezes que considere necessário para eventuais esclarecimentos;
costumo apresentar-me dizendo
54 anos
casado, dois filhos
professor dos ensino básico e secundário, grupo 400, história, 29 anos de serviço docente;
licenciado pela universidade de Évora, depois o caminho foi feito naquele que é agora o Instituto de Educação, pós graduação e mestrado em Ciências da Educação, área de Administração Educacional, e doutoramento em Políticas Educativas e Administração Escolar
benfiquista, socialista (não tenho vergonha), agnóstico, heterossexual e alentejano;
são estes os meus princípios de conversa; são aqueles que me condicionam o pensar e o agir;
na escola já fiz um pouco de tudo, como, certamente, a maioria dos docentes; leccionei do 7º ao 12º, cursos regulares e não regulares (currículos alternativos, vocacionais e de educação e formação),
fui vice presidente de um conselho diretivo (AE de Alandroal) e presidente de uma comissão administrativa provisória (AE de Viana do Alentejo); coordenador do departamento que integro, o de ciências sociais e humanas, colaborador regular e pontual da biblioteca da minha escola (AE de Vendas Novas);
não tenho a pretensão nem a veleidade de ensinar o que quer que seja a quem quer que seja, mas, fruto da idade e da experiência, sinto-me habilitado para partilhar ideias e práticas, emoções e sensações da escola e da sala de aula;
se tenho veleidade de alguma coisa passa por trocar e partilhar ideias sobre a escola de hoje, recheada de múltiplas interpretações e de mais ainda considerações e valorizações; todos têm uma pontinha que seja de opinião sobre a escola, como foi, como é, e, muito particularmente, como devia ser;
que sirva aos professores enquanto espaço de partilha de ideias e de prática
irão aparecer inúmeras entradas sobre a minha prática pedagógica, assente, inicialmente, há coisa de 20 anos atrás, na pedagogia diferenciada, e, mais recentemente, na metodologia de projecto, o que penso sobre ela, as minhas dificuldades e os meus constrangimentos como de alguns exemplos positivos;
como surgirão apontamentos sobre a minha leitura e a minha interpretação de políticas, sejam elas nacionais, sejam locais;
a caixa de comentários está aberta e, apesar desta rede nãos ser a mais badalada, será interessante o feedback ao qual responderei sempre aos que assumam identidade, a anónimos nem por isso...
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