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quinta-feira, 4 de outubro de 2018

avaliação formativa

todos, ou quase todos, os professores utilizam a avaliação na sua vertente formativa;

mas será efetivamente assim?

ou, a utilização que é feita tem uma intenção e acaba por cumprir outros objetivos?

será quea maior parte dos professores consegue efetivamente avaliar sem fazer testes?

aqui ficam cinco razões para a avaliação formativa; com a particularidade de, em inglês, se conseguir descriminar ainda melhor:

assessment for learning ou assessment of learning

domingo, 9 de setembro de 2018

questão de orientação - driving question

o trabalho com base na metodologia de projeto tem três momentos ou elementos críticos:

a questão de orientação - (ver) que não deve ser simplista, de forma a que o aluno identifique rápida e facilmente uma resposta, nem complexa em excesso, que conduza à desmotivação e ao abandono do trabalho; a questão de orientação deve estimular a curiosidade, espicaçar apetites, mas,de igual modo, orientar no trabalho, propor e orientar para uma organização;

a organização que inclui as tarefas, o plano de trabalho, o calendário e a estrutura de produção (ver) - muito a cargo do aluno e onde, na generalidade, os comentários vão no sentido da falta de hábitos de trabalho ou na ausência de autonomia (entenda-se, na generalidade, iniciativa, capacidade empreendedora); organização que permita identificar e distribuir tarefas entre os diferentes elementos do grupo, planificar, mediante calendarização e rotinas, o que haja para fazer; nesta fase o trabalho do professor é essencial enquanto mediador e orientador (ou tutor), mas deverá acautelar a pressa, deixar espaço a que os alunos debatam, ultrapassem problemas e identifiquem eventuais possibilidades;

a apresentação e avaliação (ver) onde nos deparamos com o que correu menos bem para trás, questão de orientação indefinida ou clara, organização estruturada ou, pelo contrário, desadequada bem como o modo de mobilização dos conteúdos e como eles se apresentam; finalmente e que inclui esta fase, a avaliação - pelos pares, pela assistência, pelos elementos envolvidos no projeto;

pessoalmente debato-me na forma como levar esta proposta de trabalho docentes que nunca trabalharam em metodologia de projeto; mas uma coisa de cada vez;

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

das regras

na sequência da entrada anterior, destaco aquilo que considero ser a importância das regras;
não se parta do pressuposto que o aluno conhece as regras; o mais das vezes não as tem ou, se as tem, não raras vezes elas são diferentes das que o professor pensa ou pretende para a sua sala de aula; e quando as tem há que saber gerir entre regras individuais e regras do colectivo;

que sejam poucas e claras, pessoalmente tenho uma, sala de aula = sala de trabalho, tudo o que implique perturbar o trabalho (de quem quer que seja) não é permitido;

que sejam negociadas com os alunos desde início, que sejam conhecidas de todos e que todos participem na sua elaboração e na construção das penalizações;

haja coerência e consistência na sua aplicabilidade e respeito; o professor, enquanto juiz da sala de aula, não pode cair na arbitrariedades ou descricionaridade, considero que seja a pior das situações, que conduz a sentimentos de injustiça e ao descontrolo da sala de aula;

não se resolve o comportamentos desrespeitoso, nem perturbador da sala de aula, onde, por vezes, é o protagonismo individual que se destaca ou que se procura; mas definem-se, entre todos, elementos de convivência do colectivo e de gestão dos comportamentos e da dinâmica de sala de aula;