ontem fui ouvir falar daquilo que gosto; (re)conhecer outras e novas experiências, outras práticas, outros modos de fazermos a mesma coisa;
ponto assente, é fundamental imaginação, criatividade e ousadia para (re)organizar a escola de hoje e do amanhã;
imaginam uma escola onde não há pautas, mas informação mensal ao encarregado de educação sobre a situação (rendimento, aproveitamento, comportamento, atitudes) do seu educando?
mas ela existe;
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sábado, 29 de setembro de 2018
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
criatividade
uma das dificuldades que professores e alunos sentem quando se trabalha com a metodologia de projecto, passa pela criatividade;
aos alunos porque, na generalidade não são criativos, conhecem pouco, são limitados no que conhecem e, muitas vezes, avessos ao diferente;
os professores porque a imaginação também tem límites;
aqui ficam um conjunto de sítios com excelentes ideias;
aos alunos porque, na generalidade não são criativos, conhecem pouco, são limitados no que conhecem e, muitas vezes, avessos ao diferente;
os professores porque a imaginação também tem límites;
aqui ficam um conjunto de sítios com excelentes ideias;
quarta-feira, 26 de setembro de 2018
(De) Formação
Sessão de "esclarecimento" sobre um decreto lei (54/2018 de 6 de julho) que é muito mais que um normativo, é um código de princípios de orientação.
Mais que o orador ou os conteúdos questiono-me sobre as estratégias, será que ainda se aprende em sessões de "evangelização"?
Porque não apoiar e valorizar a partilha local de ideias e conteúdos, de estratégias e principios?
Para quando orientações que levam em consideração os locais mais do que trazer espertos (experts) ao terreno?
Porque não promover a experts enquanto dinamizadores e orientadores da conversa, em detrimento de sessões coletivas onde as distrações são mais que muitas?
Mais que o orador ou os conteúdos questiono-me sobre as estratégias, será que ainda se aprende em sessões de "evangelização"?
Porque não apoiar e valorizar a partilha local de ideias e conteúdos, de estratégias e principios?
Para quando orientações que levam em consideração os locais mais do que trazer espertos (experts) ao terreno?
Porque não promover a experts enquanto dinamizadores e orientadores da conversa, em detrimento de sessões coletivas onde as distrações são mais que muitas?
sexta-feira, 7 de setembro de 2018
lideranças
um colega deu-me conta das suas "impressões" sobre a minha entrada referente à capa da revista visão;
e ficou-se ele apenas pelo facebook, quando, por aqui, me estiquei um pouco mais;
ambos concordámos numa coisa, as lideranças são determinantes em qualquer processo;
lideranças de conformidade, de apoio, de criatividade, de ousadia, de funcionalização e regras, há de tudo;
reconheço que devem ser poucos os directores dispostos a arriscar e menos ainda a ousar (mas existem), manietados que estão, mas são eles as principais referências para manter ou mudar a escola, apoiar ou coartar a mudança, incentivar ou reprimir a inovação, canalizar opções ou simplesmente drenar efeitos;
e ficou-se ele apenas pelo facebook, quando, por aqui, me estiquei um pouco mais;
ambos concordámos numa coisa, as lideranças são determinantes em qualquer processo;
lideranças de conformidade, de apoio, de criatividade, de ousadia, de funcionalização e regras, há de tudo;
reconheço que devem ser poucos os directores dispostos a arriscar e menos ainda a ousar (mas existem), manietados que estão, mas são eles as principais referências para manter ou mudar a escola, apoiar ou coartar a mudança, incentivar ou reprimir a inovação, canalizar opções ou simplesmente drenar efeitos;
organizações que aprendem
posso parecer o aquilo que sou, mas não deixo de escrever sobre o que penso;
há muito que defendo que as escolas estão recheadas de massa cinzenta; são dos poucos sítios, em muitos concelhos deste país, que têm quadros técnicos de nível superior - e a escola tem muitos por metro quadrado;
mas as escolas são também das organizações onde mais dificilmente se aprende uns com os outros, entre pares;
o modelo de ensino e aprendizagem está de tal modo enraizado que é difícil falar e ouvir, partilhar ideias, perceber outros pontos de vista dentro da mesma organização;
choca-se, muitas vezes, com a excessiva pessoalização dos temas (intrigas, gostos e simpatias ou o seu contrário) ou apenas com o receio do diferente (onde se considera ameaça ao instituído);
quando troco de escola esta situação torna-se-me mais evidente e percebo (mais e melhor) que há manifestas dificuldades de aprendermos entre pares e promover a organização em detrimento de questões mais individuais (ou individualistas);
promover a a partilha acaba por ficar circunscrita a pequenos grupos (de amizades, de interesses, de cumplicidades) e a organização pouco e poucas vezes ganha com isso;
mas é o que temos
há muito que defendo que as escolas estão recheadas de massa cinzenta; são dos poucos sítios, em muitos concelhos deste país, que têm quadros técnicos de nível superior - e a escola tem muitos por metro quadrado;
mas as escolas são também das organizações onde mais dificilmente se aprende uns com os outros, entre pares;
o modelo de ensino e aprendizagem está de tal modo enraizado que é difícil falar e ouvir, partilhar ideias, perceber outros pontos de vista dentro da mesma organização;
choca-se, muitas vezes, com a excessiva pessoalização dos temas (intrigas, gostos e simpatias ou o seu contrário) ou apenas com o receio do diferente (onde se considera ameaça ao instituído);
quando troco de escola esta situação torna-se-me mais evidente e percebo (mais e melhor) que há manifestas dificuldades de aprendermos entre pares e promover a organização em detrimento de questões mais individuais (ou individualistas);
promover a a partilha acaba por ficar circunscrita a pequenos grupos (de amizades, de interesses, de cumplicidades) e a organização pouco e poucas vezes ganha com isso;
mas é o que temos
quarta-feira, 5 de setembro de 2018
uma questão de (des)organização
uma das grandes críticas dos professores à sua profissão, passa, em quase todo o lado pela falta de tempo, pela gestão do tempo;
considero-me uma pessoa minimamente organizada;
utilizo diferentes ferramentas de apoio (evernote, google drive e seus derivados) mas, ainda assim, deixo sempre alguma coisa por fazer, pendurada;
reconheço que as micro situações e as constantes solicitações nos desviam e desconcentram, impondo ritmos e dinâmicas que, por vezes, temos dificuldades em gerir;
acresce que mudei de local de trabalho e hoje já fui à escola para reunião que não era minha e não tinha agendado reuniões onde devia estar;
começo-me a sentir em stresse
considero-me uma pessoa minimamente organizada;
utilizo diferentes ferramentas de apoio (evernote, google drive e seus derivados) mas, ainda assim, deixo sempre alguma coisa por fazer, pendurada;
reconheço que as micro situações e as constantes solicitações nos desviam e desconcentram, impondo ritmos e dinâmicas que, por vezes, temos dificuldades em gerir;
acresce que mudei de local de trabalho e hoje já fui à escola para reunião que não era minha e não tinha agendado reuniões onde devia estar;
começo-me a sentir em stresse
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