todos, ou quase todos, os professores utilizam a avaliação na sua vertente formativa;
mas será efetivamente assim?
ou, a utilização que é feita tem uma intenção e acaba por cumprir outros objetivos?
será quea maior parte dos professores consegue efetivamente avaliar sem fazer testes?
aqui ficam cinco razões para a avaliação formativa; com a particularidade de, em inglês, se conseguir descriminar ainda melhor:
assessment for learning ou assessment of learning
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quinta-feira, 4 de outubro de 2018
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
criatividade
uma das dificuldades que professores e alunos sentem quando se trabalha com a metodologia de projecto, passa pela criatividade;
aos alunos porque, na generalidade não são criativos, conhecem pouco, são limitados no que conhecem e, muitas vezes, avessos ao diferente;
os professores porque a imaginação também tem límites;
aqui ficam um conjunto de sítios com excelentes ideias;
aos alunos porque, na generalidade não são criativos, conhecem pouco, são limitados no que conhecem e, muitas vezes, avessos ao diferente;
os professores porque a imaginação também tem límites;
aqui ficam um conjunto de sítios com excelentes ideias;
quinta-feira, 30 de agosto de 2018
tecnologia e alienação
a propósito deste apontamento;
tenho permitido a utilização do telemóvel em sala de aula, em função de regras;
a regra é simples, e definida entre todos no início do ano, se um for apanhado e reincidente em utilização indevida a turma fica suspensa do seu uso; radical, mas é a responsabilização do individual perante o colectivo;
e isto porque, defendo que o telemóvel é, simultaneamente, elemento de trabalho (quem é que não o usa para pesquisas, mapas, redes ou outras funções que não apenas a de telefonar) mas e ao mesmo tempo, um elemento de alienação; de distanciação de um presente e/ou de um espaço; sendo esta a mais complexa de gerir;
considero essencial a existência de regras, simples, poucas, conhecidas e trabalhadas entre a turma;
tenho permitido a utilização do telemóvel em sala de aula, em função de regras;
a regra é simples, e definida entre todos no início do ano, se um for apanhado e reincidente em utilização indevida a turma fica suspensa do seu uso; radical, mas é a responsabilização do individual perante o colectivo;
e isto porque, defendo que o telemóvel é, simultaneamente, elemento de trabalho (quem é que não o usa para pesquisas, mapas, redes ou outras funções que não apenas a de telefonar) mas e ao mesmo tempo, um elemento de alienação; de distanciação de um presente e/ou de um espaço; sendo esta a mais complexa de gerir;
considero essencial a existência de regras, simples, poucas, conhecidas e trabalhadas entre a turma;
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