quinta-feira, 30 de agosto de 2018

das regras

na sequência da entrada anterior, destaco aquilo que considero ser a importância das regras;
não se parta do pressuposto que o aluno conhece as regras; o mais das vezes não as tem ou, se as tem, não raras vezes elas são diferentes das que o professor pensa ou pretende para a sua sala de aula; e quando as tem há que saber gerir entre regras individuais e regras do colectivo;

que sejam poucas e claras, pessoalmente tenho uma, sala de aula = sala de trabalho, tudo o que implique perturbar o trabalho (de quem quer que seja) não é permitido;

que sejam negociadas com os alunos desde início, que sejam conhecidas de todos e que todos participem na sua elaboração e na construção das penalizações;

haja coerência e consistência na sua aplicabilidade e respeito; o professor, enquanto juiz da sala de aula, não pode cair na arbitrariedades ou descricionaridade, considero que seja a pior das situações, que conduz a sentimentos de injustiça e ao descontrolo da sala de aula;

não se resolve o comportamentos desrespeitoso, nem perturbador da sala de aula, onde, por vezes, é o protagonismo individual que se destaca ou que se procura; mas definem-se, entre todos, elementos de convivência do colectivo e de gestão dos comportamentos e da dinâmica de sala de aula;

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